Reconhecido em todo o mundo por já ter escrito mais de 1000 livros, Ryoki Inoue, teve o seu nome catalogado pelo “Guiness Book of Records”, como o escritor que mais escreveu livros de bolso. Mora atualmente no estado do Espírito Santo onde seria o santuário de suas inspirações. É famoso por escrever livros de bolso de faroeste e diversos outros assuntos utilizando mais de 80 pseudônimos. Seu mais recente trabalho é o livro entitulado: “E Agora, Presidente?”. A International Press esteve com o escritor e traz essa entrevista exclusiva. Acompanhe.

International Press – Como você consegue escrever tantos livros, que o tornou em recordista?

Inoue – Eu acho que a psicologia de meus avós paternos me influiu muito, “TRABALHO É TRABALHO”. Enquanto eu era médico, não tinha horário para trabalhar, começava ás sete horas e parava saía meia noite, uma hora da madrugada…Quando eu desisti da medicina, o mesmo esquema de trabalho, a mesma carga de horário eu transpus para literatura, então eu trabalho em média de 14 a 15 horas por dia, isso direto, então tem de produzir…

International Press – Quando o senhor começou o seu trabalho? Pois, para escrever mais de mil livros, são necessários muitos anos e muitas e muitas horas…Você começou escrever desde a infância? Como foi a sua infância?

Inoue – Eu escrevi, comecei a escrever esses mil e vinte livros, desde de primeiro de…

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NOTÍCIAS

SAGA – A história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil: Do fim da era dos samurais à violência de São Paulo atual, da repulsa inicial ao estilo de vida do Ocidente aos casamentos miscigenados.

Saga é um romance histórico sobre a imigração japonesa do Brasil com dramas e conflitos de quatro gerações de uma família e uma trama que mescla suspense com uma sensível reflexão sobre diferenças étnicas e os limites entre tradição e preconceito, além de constituir uma bela introdução à admirável cultura japonesa.

Desde o início da guerra no Pacífico, as notícias que chegavam do Japão já bastante manipuladas pelos americanos eram em parte distorcidas pela censura getulista e em parte pelos redatores dos principais jornais da colônia japonesa no Brasil. Nestes, as boas notícias – para os Aliados – eram publicadas em pequenas notas e as que davam conta de uma vitória nipônica viravam manchetes em que, subliminarmente era possível notar o famoso yamato damashii, o espírito japonês que inclui a veneração pelo imperador e a consciência da absoluta invencibilidade do Japão.

Desde o ataque a Pearl Harbour, houve uma cisão na colônia japonesa no Brasil. De um lado, estavam os kachigumis, que…

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Organizado desde 1977, o Intercom reúne todos anualmente, cerca de

Organizado desde 1977, o Intercom reúne todos anualmente, cerca de 3500 pesquisadores, profissionais e estudantes do mundo todo.

Este ano, foi realizado o XXI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, apresentando como tema central: Comunicação e Educação: Caminhos Integrados para um mundo em transformação.

Diversas áreas da comunicação como o Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade, Rádio, Televisão, Cinema, Políticas Públicas de Comunicação, Produção Editorial e de Conteúdo para Mídias Digitais, entre outros, foram debatidos no encontro.

A cidade…

“Ensaio de Jornalismo Colaborativo”, é um projeto para curta-metragem de 8 minutos sobre o papel da imprensa e o impacto das novas mídias na sociedade brasileira. O video deverá ressaltar a importância do jornalismo colaborativo na sociedade contemporânea, principalmente em relação a agenda das manifestações ocorridas no Brasil, nos últimos dois anos.

“O homem é um ser curioso que pergunta e nunca fica satisfeito com as respostas e, desta forma, evolui. Tão depressa faz perguntas a si mesmo como inventa respostas e, assim,…

OPINIÃO

Demorei para me manifestar sobre a operação da Craco. Talvez porque, tendo frequentado tanto a região nos últimos anos, sei que nada feito ali é tão simples de interpretar. Continuo aqui me questionando, mas quando leio a opinião de que o ocorrido lá foi uma “barbárie” ou “atrocidade”, vindo de pessoas que não conhecem de perto aquela realidade, fico aflita, engasgada. Vou ter que escrever textão!

Por…

ARTIGO EM DESTAQUE

Por falta de curiosidade e de vontade política, as empresas brasileiras ainda não se deram conta da necessidade de investimentos em Cultura. Por exemplo, a Biblioteca do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP, uma das bibliotecas de maior prestígio do País, muitas vezes precisou de socorro financeiro para poder se manter atualizada.

Da mesma maneira, o Correio Braziliense sangrou para assumir o patrocínio da edição dos 29 volumes correspondentes à história da primeira fase (de 1808 a 1822) desse mesmo jornal, aliás o primeiro jornal brasileiro a ser lançado, em Londres, em 1808 por Hyppolito José da Costa.

O investimento em Cultura, aqui no Brasil, ainda está engatinhando e as grandes empresas preferem alocar recursos no esporte ao invés de patrocinar livros, músicas, peças teatrais, artes plásticas e outras atividades culturais. Só no cinema é que temos visto alguma (ainda que pequena) modificação nesse quadro doloroso.

Seria necessário que o governo — soi disant cultural — voltasse suas baterias…

LITERATURA
Começando pelo Inglês
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Atualmente fala-se muito do ensino de língua estrangeira para crianças e sua importância, porém muito pouco se sabe sobre a prática comunicativa em sala de aula. Em um mundo cada
Junte a fome de aprender com o desejo de amar
Vale Shimbun
Love is in the air! O amor está no ar! Quer impressionar  o seu amor no dia dos namorados? Mostre o que você vem aprendendo estudando inglês. Seguem algumas dicas
COLUNISTAS
Colunistas do

Star Wars

Quarenta anos atrás, era lançado Star Wars, e o que era para ser um único filme acabou por se tornar a maior franquia cinematográfica da história.

Quem nasceu no anos 70, conhece bem a história da mais incrível saga do cinema.

Talvez tenha sido a trama,…

CRÔNICA SHIMBUN

Pouco maior que uma quitanda e quase tão sujo quanto uma peixaria malcuidada, este estabelecimento comercial não deixa de ter seu encantamento, sua poesia.

Todo o mobiliário se resume a uma escrivaninha em que o proprietário faz suas anotações, duas cadeiras ordinárias e montanhas de livros espalhadas pelo meio da loja, empilhadas pelos cantos, que sobem pelas paredes formando uma decoração caótica e complicada. Em todos os montes são desrespeitados os princípios mais elementares do equilíbrio e vê-se claramente que não há a menor preocupação com a estética. Aliás, não é mesmo possível adotar qualquer ordem de arrumação, pois os volumes, cada um diferente do outro em tamanho, cor e forma, não permitem tal luxo.

E há um certo aroma no ar! Sim, pois assim como uma quitanda ou uma peixaria tem seus cheiros característicos, esta loja também tem o seu: é um cheiro de mofo, de poeira misturada com nicotina e papel velho. Pode ser que seja o…

VÍDEOS
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O Estudante de Física na UNIFEI, Marcos Terra (24 anos) é um jovem que busca observar na natureza o mesmo
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EDUCAÇÃO E CULTURA
O Dia das Mães
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A história sobre o dia das mães e sua origem tem datas diferentes, no Brasil esse dia é comemorado no 2º domingo do mês de maio, em homenagem a Maria,
Esqueça o Português um pouquinho. Pense diferente!
Vale Shimbun
Você que está estudando ou tem muita vontade de aprender inglês já deve ter ouvido a seguinte dica: “Você tem que pensar em inglês”. Claro que a primeira coisa que
A falta de acento  na língua inglesa
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Curso de Inglês Vocês já sentiram a falta que faz o acento? Pois bem, as palavras em inglês não se acentuam, poucas são as exceções emprestadas do francês como: fiancée
DICAS, CURSOS E OPORTUNIDADES
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O curso intermediário é para quem já teve um pouco de conhecimento em inglês ou que finalizou o curso básico do idioma. Esse curso, além de ajudar a fixar o
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Ser poliglota é possuir a capacidade de entender e falar outros idiomas. Essa capacidade é primordial para o desenvolvimento de uma almejada carreira de sucesso. Isso ocorre devido ao fato
Escola em São José dos Campos oferece Inglês de alto nível
Vale Shimbun
No decorrer dos últimos anos, aprender inglês tornou algo essencial para qualquer pessoa. Isso é decorrência da globalização e a língua inglesa é a língua oficial em diversos locais. Seja
REPORTAGEM

Monumento nikkei, em solo joseense, visa mostrar o reconhecimento à contribuição da comunidade japonesa no Vale.

Depois que as máquinas começaram a trabalhar mais rápido do que os homens, a agilidade dos processos rotineiros e o desenvolvimento tecnológico influenciaram diretamente no ritmo acelerado em que vivemos.

Se para os ocidentais, o tempo é linear e nunca volta, talvez por isso tenhamos a sensação de que estamos tirando o máximo dele. Para os orientais, não adianta enganar os ponteiros do relógio. O que importa não é apenas a quantidade, mas a qualidade que o tempo é aproveitado.

Para quem visita pela primeira vez a Praça Engenheiro Riugi Kojima, no Jardim Aquarius, em São José dos Campos, é impossível deixar de notar o tamanho do monumento que compõe o cenário de um jardim repleto de vida e cores, onde o tempo passa, mas você fica.

Feita de aço, a construção, que tem o formato de um portal, rouba a cena onde os prédios dominam a maior parte da paisagem. Com seus 17 metros de altura e 21 metros de largura, o projeto da Associação Pró-Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, em parceria com a prefeitura, empresas, entidades e a comunidade nipo-brasileira, foi inaugurado no dia 28 de junho de 2008.

Constituído por duas colunas que representam os alicerces que sustentam o céu, enquanto que outras duas vigas simbolizam a terra, o Tori é um dos mais conhecidos ícones da cultura japonesa. De origem e tradição xintoísta, o portal representa a ligação entre o mundo humano e o kami, que seriam os protetores ancestrais, espíritos da natureza e deuses. Portanto, a entrada pra o mundo espiritual e a passagem para o Tori (infinito).

Membro-fundadora do Espaço Engenheiro Riugi Kojima, a vereadora Amélia Naomi, presidente da Câmara de São José, tem seu nome estampado na placa do monumento, em homenagem à Família Esaku Ihara – pioneira na imigração japonesa em solo joseense –, e deu detalhes da obra inaugurada em 2008.

“Esse Tori é o maior e o mais alto do mundo. Teve todo um estudo de arquitetura antes de ser construído”, afirma a presidente Amélia, que também comentou sobre a primeira visita do Cônsul japonês ao Tori. “Quando ele chegou à cidade, gostou muito desse projeto”.

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RESGATE CULTURAL

Para os descendentes da imigração japonesa que desenvolveram a cultura de arroz nas zonas alagadiças do Vale do Paraíba, a representação simbólica de uma tradição oriental, tem a força de resgatar a cultura de um povo que fortaleceu diversos setores, como a agricultura na região, lembrando que aproximadamente 75% dos imigrantes japoneses, na década de 30, vieram para o Estado de São Paulo, que tinha grande necessidade de mão de obra para trabalhar nos cafezais.

Com a abertura de novas frentes de trabalho, os imigrantes japoneses iam trabalhar também no cultivo de morango, chá e arroz. Segundo a MOFA (em português, Ministério das Relações Estrangeiras do Japão), atualmente, mais de 1,5 milhão de pessoas de origem japonesa vivem em nosso país, a maioria delas no Estado de São Paulo.

“JOSEENSES” –  Os últimos dados, revelados…

NOTÍCIAS REGIONAIS E INTERNACIONAIS

COMUNIDADE JAPONESA

JAPÃO
Jornal International Press
Vale Shimbun
A primeira mídia brasileira no Japão nasceu no dia 16 de setembro de 1991, naquela época havia aproximadamente 60 mil brasileiros espalhados no Japão e a comunidade brasileira era dispersada,
TOKIO
Revista Vitrine
Vale Shimbun
Fundada em setembro de 1991, a IPC World, Inc. foi pioneira em publicações nos idiomas português e espanhol no Japão. Através do jornal International Press, a empresa levou informação sobre
BRASIL
Portal Mie
Vale Shimbun
O PortalMie.com foi criado a partir da ideia de pessoas da comunidade, em criar um canal de comunicações eficiente e que atendesse às necessidades da comunidade. Inicialmente era desenvolvido pela
VALE DO PARAÍBA
Vale SJC
Vale Shimbun
O Vale SJC é uma publicação digital com informações e notícias nacionais e internacionais, destacando principalmente a região do Vale do Paraíba em parceria com as publicações digital Vale Jornal, Vale Publicar,